O gráfico acima mostra os campeões da desigualdade entre os países ditos desenvolvidos. Foi divulgado em estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), o seleto clube capitalista de países nem tão seletos e nem tão capitalizados. Os dois países americanos em que a desigualdade, e portanto a pobreza da maioria, é campeã são os dois favoritos dos sapientes teleconomistas globais e globalizados. Os mesmos que falam mal do Brasil, o qual, felizmente, está na extremidade oposta do gráfico, entre os países que mais diminuíram a desigualdade (nos governos Lula e Dilma). Para a situação do México, a explicação é fácil, foi cabalmente expressa numa frase atribuída a um ex-presidente mexicano: "Pobre México, tão longe de Deus e tão próximo dos Estados Unidos". Para o Chile, a explicação não vai muito além, desde o famigerado Pinochet que a economia chilena é comandada pelos EUA. Como dizia um falecido engenheiro: se a Globo elogia, não pode ser coisa boa.

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