sexta-feira, 3 de julho de 2015

Capitalismo + Terrorismo = qual a diferença mesmo?

Alguns dias atrás, todo o mundo civilizado (?) indignou-se com a destruição de relíquias arqueológicas na Síria, na velha cidade de Palmira, levada a efeito pelos militantes do Estado Islâmico. O mesmo já acontecera no Iraque. Onde foram parar as obras de arte saqueadas pelos bárbaros? Viraram cascalho? Encontram-se em algum suspeito mercado do Cairo? Não, estão tranquilamente à venda em Londres, um dos maiores mercados mundiais de antiguidades.

Que os ingleses sempre saquearam a arte do mundo, para a glória do seu British Museum, nós já sabíamos, o Parthenon que o diga. Agora, entretanto, preferem ser atravessadores. A Unesco já advertiu que os saques na Síria e no Iraque estão atingindo uma "escala industrial"; a Inglaterra, talvez por ser o berço da Revolução igualmente Industrial, encarrega-se de "colocar" a produção. Outros países envolvidos no tráfico são Alemanha, Suíça (Suíça? quem diria?...) e Turquia, além de comerciantes de Nova York.

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