A Austrália costuma frequentar os primeiros lugares nos índices de desenvolvimento humano; também costuma endossar sem qualquer exame as políticas intervencionistas dos Estados Unidos. Agora, ao que parece, pretende seguir o grande irmão do norte também no que diz respeito à saúde pública e aos direitos humanos.
Num hospital da trepidante Sydney, um bebê morreu quando lhe ministraram gás hilariante, em vez de oxigênio, durante um atendimento de emergência. A mãe do bebê, apesar do gás envolvido, não achou graça alguma; ninguém poderia achar. Outro bebê teve sérios danos cerebrais, pelo mesmo motivo. O hospital afirma que os erros decorreram depois de modificações feitas no fornecimento de gases pelo novo governo liberal. E lamentou muito, assim como lamentou muito a ministra do novo governo. Os bebês, claro, não podem lamentar: um morreu, o outro teve o cérebro destruído.
Por outro lado, a polícia dos Territórios do Norte é extremamente cuidadosa com as crianças: no centro de detenção juvenil, eles encapuzam e amarram os adolescentes, para que eles não façam artes. Na foto, um adolescente de 14 anos, devidamente manietado. Foi tirada de um vídeo que mostra toda a cena; um outro vídeo, mostra o mesmo menino sendo despido à força e mantido de cara contra o chão, devidamente imobilizado.
Ainda bem que temos os EUA para mostrar ao mundo a maneira certa de fazer as coisas, a Austrália já aprendeu.

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